terça-feira, 2 de setembro de 2014

UNDER WATER DOGS!


Uma vez tinha feito aqui um post sobre retratos a animais, mas hoje quando vi estes ia-me partindo todo a rir. A produção está muito boa, as "caras" são hilariantes! As fotos são do Seth Casteel's e podem ver aqui o making of.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

AFTER THE WAVE (Fukushima)


Excelente trabalho da revista SURFER, sobre as ondas em redor de Fukushima. Um trabalho de jornalismo à séria, com excelentes fotos, excelentes videos, um design totalmente interactivo, intuitivo e com um conteúdo irrepreensível. Assino a SURFER em versão digital e admito que a maior parte das vezes nem leio a revista. Vejo as fotos e chateia-me ler um PDF com pretensões de revista digital. Ontem, a capa altamente gráfica desta revista fez-me descarrega-la por volta da meia noite. Percebi que finalmente a SURFER tinha uma revista feita de raiz para a plataforma de tablets. Os conteúdos passam na vertical, os artigos na horizontal. É acompanhada de som, zoom nas fotos, só faltando mesmo os videos. Foram quase 2 horas que fiquei colado a este número especial sobre fukushima. Começam por um timeline onde conseguimos perceber detalhadamente tudo o que se passou em Fukushima, onde estava cada surfista quando se deu o terramoto, como cada um reagiu. Quais as implicações que este desastre teve na comunidade surfistica local, como essa mesma comunidade foi voltando aos poucos a um sitio supostamente cheio de radioactividade. Era a vontade de surfar maior que o risco de ficar radioactivo? A revista está muito bem estruturada dividindo-se em Fukushima timeline, as construções de protecção da costa, perguntas e respostas sobre fukushima e finalmente o "the surf must go on!". Se têm tablet, gostam de boas histórias, boas fotos não vacilem e descarreguem este número. Tenho alguma pena que por cá não se aposte mais nos conteúdos de surf. Há tanta história para contar, tanta gente interessante, mas acabamos por cair na fórmula fácil de conteúdos light. Basta dar uma voltinha pelas plataformas online que temos e ver que a maior parte das noticias são iguais nos sites todos, com algumas raras excepções. A guerra dos clicks acaba por matar o mais interessante que as revistas e sites podiam ter. Os conteúdos próprios. Continua a faltar muito trabalho de investigação, de fotografia combinada com video e com texto. Eu recuso-me a acreditar que são os fotógrafos amadores que estão a matar a industria da fotografia de surf e que é a internet que está a matar o papel. Eu continuo a achar que é a falta de conteúdos interessantes que vai matando as publicações. O total desprezo por imagens de qualidade, os textos mal escritos e o design paupérrimo. Claro que há excepções, mesmo a nivel nacional, mas no geral entrou-se numa luta onde a qualidade e originalidade deixou de ser uma meta a atingir. Enquanto continuarem a publicar fotos desfocadas em páginas duplas e noticias estilo "correio da manha" do surf, não vamos longe. Espero que as mentalidades mudem, se adaptem e percebam que se pode fazer um grande trabalho nesta área, mas que acima de tudo não basta fazer surf e gostar dele. É preciso gostar de investigar, descobrir e contar histórias. Elas andam aí...

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

CRIANÇA + UZI = 1 MORTO


Realmente os Americanos têm qualquer atraso que se torna dificil para mim desvendar. Ao ler no Público esta notícia ainda fiquei mais certo disso. Uma criança de 9 anos etsava de férias com os pais e foi dar uns tirinhos de Uzi, a coisa correu mal e o instrutor acabou com um tiro na cabeça. Nas declarações ouvimos um tipo com pinta de militar a dizer que não entende como aconteceu, até lá costumam ir crianças de 5 anos dar uns balázios. Primeiro, será normal crianças andarem a disparar tiros por diversão? segundo, será que para esta criança foi "game over" ou acabou de tomar o gosto à brincadeira? Com uma cultura destas de armas, guerra e violência, não é dificil perceber que muitos americanos vivam em paranóia profunda, com medo de tudo e odiados por muitos. Se são piores que os terrosristas que combatem? não sei... talvez diferentes.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

DUELO ÉPICO EM TEAHUPOO


Porra que o trabalho dos juris deve ter sido bem dificil ontem!!! No que para mim foi dos melhores campeonatos de sempre da ASP, continuo sem perceber como se avaliam ondas destas com diferenças de décimas. Estamos a falar de um desporto onde não há metas para cortar, balizas para acertar, tempos para bater. A partir dos quartos de final aquelas ondas já me pareciam todas de 10 pontos!! Em condições destas com surfistas deste nivel ontem tudo me aprecia muito subjectivo e dificil de avaliar. A ultima onda do JJF nas meias finais poderia ser um 10, ele precisava de 9.88 e teve 9.87. Como se decidem décimas? é impossivel. Seja como for, digam o que disserem, havendo favorecimentos ou não, uma coisa é certa. Slater, JJF, Medina... para mim foram todos vencedores. Pela coragem, pela atitude e pelo altissimo nivel de surf que me agarrou ao ecran até às tantas da manhã. fotos: ASP

terça-feira, 19 de agosto de 2014

BODYBOARD BANIDO DE NY


Parece insólito mas é verdade. O Boddyboard foi banido das praias de NY. O surf não foi, os kites e os SUP também não. É uma medida exclusivamnete para o Bodyboard. Ao que parece os uns putos foram arrastados com a corrente, então como medida de segurança resolveram banir as esponjinhas (digo isto num termo querido e não ofensivo). Ao que parece, para estes senhores o bodyboard é uma muleta para quem não sabe nadar, tipo colchão repimpa (sera que estes foram banidos também??). Cheira-me que isto não vai ficar por aqui pois a Rockaway Beach Surfer’s Association, já está a tomar medidas contra o que considera uma descriminação. Até lá podem praticar um bocadinho de stand-up:)