quinta-feira, 11 de Setembro de 2014

DE LUANDA COM HUMOR




Digam o que disserem do caos, do perigo, dos preços... há uma coisa que ninguém pode negar. Luanda tem muito humor!! Mas não é fácil... Pics: André Carvalho

quarta-feira, 3 de Setembro de 2014

EXPOSIÇÃO NA ERICEIRA


Este sábado pelas 19h inaugura uma exposição de fotografia na Ericeira. A organização é "azul- ericeira surf mag", eu tive a honra de ser convidado e expôr ao lado do meu grande amigo Guerra. O RB e o Luis Bento também fazem parte dos convidados. Como não vou cá estar, apareçam e curtam as fotos, que pelo que me contaram vão estar expostas em mupis no largo da vila. Abraços e "have fun".

terça-feira, 2 de Setembro de 2014

UNDER WATER DOGS!


Uma vez tinha feito aqui um post sobre retratos a animais, mas hoje quando vi estes ia-me partindo todo a rir. A produção está muito boa, as "caras" são hilariantes! As fotos são do Seth Casteel's e podem ver aqui o making of.

sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

AFTER THE WAVE (Fukushima)


Excelente trabalho da revista SURFER, sobre as ondas em redor de Fukushima. Um trabalho de jornalismo à séria, com excelentes fotos, excelentes videos, um design totalmente interactivo, intuitivo e com um conteúdo irrepreensível. Assino a SURFER em versão digital e admito que a maior parte das vezes nem leio a revista. Vejo as fotos e chateia-me ler um PDF com pretensões de revista digital. Ontem, a capa altamente gráfica desta revista fez-me descarrega-la por volta da meia noite. Percebi que finalmente a SURFER tinha uma revista feita de raiz para a plataforma de tablets. Os conteúdos passam na vertical, os artigos na horizontal. É acompanhada de som, zoom nas fotos, só faltando mesmo os videos. Foram quase 2 horas que fiquei colado a este número especial sobre fukushima. Começam por um timeline onde conseguimos perceber detalhadamente tudo o que se passou em Fukushima, onde estava cada surfista quando se deu o terramoto, como cada um reagiu. Quais as implicações que este desastre teve na comunidade surfistica local, como essa mesma comunidade foi voltando aos poucos a um sitio supostamente cheio de radioactividade. Era a vontade de surfar maior que o risco de ficar radioactivo? A revista está muito bem estruturada dividindo-se em Fukushima timeline, as construções de protecção da costa, perguntas e respostas sobre fukushima e finalmente o "the surf must go on!". Se têm tablet, gostam de boas histórias, boas fotos não vacilem e descarreguem este número. Tenho alguma pena que por cá não se aposte mais nos conteúdos de surf. Há tanta história para contar, tanta gente interessante, mas acabamos por cair na fórmula fácil de conteúdos light. Basta dar uma voltinha pelas plataformas online que temos e ver que a maior parte das noticias são iguais nos sites todos, com algumas raras excepções. A guerra dos clicks acaba por matar o mais interessante que as revistas e sites podiam ter. Os conteúdos próprios. Continua a faltar muito trabalho de investigação, de fotografia combinada com video e com texto. Eu recuso-me a acreditar que são os fotógrafos amadores que estão a matar a industria da fotografia de surf e que é a internet que está a matar o papel. Eu continuo a achar que é a falta de conteúdos interessantes que vai matando as publicações. O total desprezo por imagens de qualidade, os textos mal escritos e o design paupérrimo. Claro que há excepções, mesmo a nivel nacional, mas no geral entrou-se numa luta onde a qualidade e originalidade deixou de ser uma meta a atingir. Enquanto continuarem a publicar fotos desfocadas em páginas duplas e noticias estilo "correio da manha" do surf, não vamos longe. Espero que as mentalidades mudem, se adaptem e percebam que se pode fazer um grande trabalho nesta área, mas que acima de tudo não basta fazer surf e gostar dele. É preciso gostar de investigar, descobrir e contar histórias. Elas andam aí...

quinta-feira, 28 de Agosto de 2014

CRIANÇA + UZI = 1 MORTO


Realmente os Americanos têm qualquer atraso que se torna dificil para mim desvendar. Ao ler no Público esta notícia ainda fiquei mais certo disso. Uma criança de 9 anos etsava de férias com os pais e foi dar uns tirinhos de Uzi, a coisa correu mal e o instrutor acabou com um tiro na cabeça. Nas declarações ouvimos um tipo com pinta de militar a dizer que não entende como aconteceu, até lá costumam ir crianças de 5 anos dar uns balázios. Primeiro, será normal crianças andarem a disparar tiros por diversão? segundo, será que para esta criança foi "game over" ou acabou de tomar o gosto à brincadeira? Com uma cultura destas de armas, guerra e violência, não é dificil perceber que muitos americanos vivam em paranóia profunda, com medo de tudo e odiados por muitos. Se são piores que os terrosristas que combatem? não sei... talvez diferentes.